Pesquisar no site/blog

Puro Amor / Flavio Vasques - Te Seguirei (Clipe Oficial)

Postagens populares

Cotações, Índices e Câmbio

Clima Tempo

Mostrando postagens com marcador Justiça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Justiça. Mostrar todas as postagens

Associação de juízes indica três nomes para substituto de Joaquim Barbosa

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Foto: Reprodução
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) indicou os magistrados Sergio Fernando Moro, Fausto Martin De Sanctis e Leandro Paulsen para o posto de ministro Joaquim Barbosa, no Supremo Tribunal Federal (STF). A lista tríplice foi definida depois que 362 associados da Ajufe votaram. Agora, ela deve ser encaminhada para a presidente Dilma Rousseff que escolherá um nome. Na apuração final, Moro recebeu 141 votos; De Sanctis, 134 e Paulsen, 123. A votação que escolheu os três magistrados foi realizada em duas fases, em que na primeira foram escolhidos seis nomes. Moro, De Sanctis e Paulsen já foram consultados e autorizaram a inclusão dos nomes deles na lista tríplice. Sergio Moro, do Paraná, e Fausto De Sanctis, são paulistas e atuam como magistrados especializados em julgar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e lavagem de dinheiro. Leandro Paulsen é tributarista do Rio Grande do Sul e trabalha como desembargador Federal no TRF-4, no Rio Grande do Sul. Informações da Folha.

Fonte: BN
Leia Mais... | comentários

Diário Oficial publica aposentadoria de Joaquim Barbosa

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Foto: Gervásio Baptista/ SCO/ STF
A aposentadoria de Joaquim Barbosa como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi publicada nesta quinta-feira (31) no Diário Oficial da União. A partir de hoje, Barbosa deixa de fazer parte da Corte e não volta de seu período de férias, que se encerra também hoje. A volta das sessões no STF, após período de recesso, está marcada para amanhã. Antes de deixar o tribunal, Barbosa marcou também para sexta-feira a eleição para definir o nome do próximo presidente da Casa. Quem deve assumir o comando da Corte é o vice-presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, o mais antigo ministro da Casa que ainda não passou pela presidência. Também será definido o nome do novo vice-presidente. Pelo critério de antiguidade, o posto ficará com a ministra Cármen Lúcia. Barbosa, que tem 59 anos, poderia continuar no STF até completar 70 anos, idade em que se aposentaria compulsoriamente. Ao comunicar seu pedido de aposentadoria precoce, no fim de maio, o ministro, que foi relator do processo do mensalão, disse que o caso saía de sua vida. Na última sessão que presidiu, Barbosa disse que deixava o cargo com "alma leve". Ministro indicado durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva, Barbosa protagonizou discussões acaloradas na Corte no período do mensalão, processo que terminou com a condenação de quadros importantes do PT, como o ex-ministro José Dirceu e o ex-deputado José Genoino. Com seu futuro sucessor, Lewandowski, os embates foram diretos. Nas sessões, Barbosa acusou o colega de fazer "chicanas" no julgamento. No início deste ano, o presidente do STF cassou quatro decisões de Lewandowski, entre elas a que determinava análise imediata do pedido feito pelo ex-ministro José Dirceu, condenado no processo, para trabalhar fora do presídio da Papuda.

Fonte: por Beatriz Bulla/BN
Leia Mais... | comentários

Membros do STF escolhem nesta sexta-feira novo presidente e vice-presidente

terça-feira, 29 de julho de 2014

Foto: STF
Os membros do Supremo Tribunal Federal (STF) escolhem nesta sexta-feira (1º) o novo presidente e vice-presidente que regerá a casa por dois anos. A data da eleição foi definida pelo atual presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa. Em um comunicado, Barbosa avisa que o processo administrativo para sua aposentadoria já está em fase final. O quorum para eleição é de oito ministros, e se não for alcançado, será designada uma sessão extraordinária com convocação dos ministros ausentes. O ministro que obtiver o maior número de votos superior à metade dos membros do STF será eleito presidente, e logo depois, uma segunda votação será realizada com os dois ministros mais votados para escolher o vice-presidente. Se no segundo escrutínio não for alcançado número de votos superior à metade dos membros do tribunal, será proclamado eleito o mais antigo dentre os dois. O regimento interno do Supremo prevê que, caso não haja antecipação de aposentadoria, a eleição seja realizada por voto secreto na segunda sessão ordinária do mês anterior ao da expiração do mandato, ou na segunda sessão ordinária imediatamente posterior à ocorrência da vaga por outro motivo. A sessão solene de posse dos novos dirigentes será realizada em dia e hora marcados na data da eleição.

Fonte: BN
Leia Mais... | comentários

BANCADA DO NORDESTE NO CONGRESSO PRESSIONA DILMA POR VAGA DE JOAQUIM

domingo, 13 de julho de 2014

Presidente do Supremo, Joaquim Barbosa. Foto: Fillipe Sampaio/STF
Um carioca, um paulista e um gaúcho são os mais comentados para ocupar a vaga do atual presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, que irá “pendurar a toga” no início de agosto após 11 anos de magistratura. No entanto, as bancadas federais de deputados  e senadores dos nove estados do Nordeste estão lutando para que o escolhido de Dilma para o cargo seja um conterrâneo.
Após a aposentadoria do sergipano Carlos Ayres Britto, o Nordeste deixou de ser representado no STF, a mais alta corte do País.
A dupla Lula/Dilma, que comanda o País desde 2003, já nomeou para o STF 12 ministros, a maioria de Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Os mais citados para o STF são o carioca Benedito Gonçalves, ministro do STJ, e o paulista José Eduardo Cardozo, atual ministro da Justiça.
O gaúcho Luis Adams, chefe da AGU, o carioca Luis Felipe Salomão e a gaúcha Nancy Andrigui, ministros do STJ, são cotados para o STF. Leia na Coluna Cláudio Humberto
Fonte: DP.
Leia Mais... | comentários

Joaquim Barbosa surpreende STF e vai adiar sua aposentadoria

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Joaquim Barbosa pediu ao Ministério da Justiça na segunda-feira (7) o adiamento de sua aposentadoria para o dia 6 de agosto. Na semana passada, Barbosa enviara a José Eduardo Cardozo o requerimento formal de sua aposentadoria para o dia 10, quinta-feira.
Segundo o jornalista Lauro Jardim,  em sua coluna no site da ‘Veja’, Não se sabe o motivo da nova decisão de Barbosa, mas ele surpreendeu o Ministério da Justiça (e vários colegas do STF que tiveram a informação) com o adiamento. Barbosa não justificou a decisão no ofício.
Mas, afinal, o que significam esses 25 dias a mais? Postergam-se todos os procedimentos que Ricardo Lewandowski estava tomando para a transição, que se daria durante o recesso do Judiciário.
Agora, com a nova data, as mudanças e nomeações de dezenas de cargos de confiança só poderão ser realizadas quando começar o segundo semestre de trabalho do STF.

Fonte: Veja e Verdade Gospel
Leia Mais... | comentários

Supremo: já começou a corrida pela vaga de Joaquim Barbosa

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Em sua última participação, nesta terça-feira (1º), de uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa se despediu e, aos 59 anos, deu entrada em sua aposentadoria. Essa também foi a última sessão da Corte que entrou em recesso. Mas, nos bastidores já começa a corrida para ocupar a vaga deixada por ele.
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, deixou sua última sessão antes mesmo de acabar e conversou com jornalistas na saída do tribunal. Barbosa disse que sai de “alma leve” e que espera que o sucessor dele seja um bom “estadista”.
Segundo o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no site da ‘Veja’, quando o assunto é nomeação para o Supremo, o ex-deputado Sigmaringa Seixas é um “dos quadros petistas mais embasados para falar do tema”. E o próprio tem dito em conversas com interlocutores que um dos favoritos para substituir Joaquim Barbosa é o advogado e professor da UERJ, Gustavo Tepedino – ligado a Luis Roberto Barroso.
Outro que também está de olho na vaga é José Eduardo Cardozo.

Fonte: Veja e G1 e Verdade Gospel
Leia Mais... | comentários

Barbosa preside hoje sua última sessão no STF

terça-feira, 1 de julho de 2014

Ministro Joaquim Barbosa e José Dirceu
O ministro Joaquim Barbosa presidirá nesta terça-feira, 1º, sua última sessão no Supremo Tribunal Federal antes da aposentadoria, prevista para este mês. Relator do processo do mensalão, Barbosa deixou sua marca ao conduzir à condenação personagens importantes do governo Lula, como o ex-ministro José Dirceu. Uma condenação que contrariou a tradição de impunidade no julgamento de políticos suspeitos de corrupção. No imaginário da opinião pública, foi alçado à condição de xerife, de herói nacional, de algoz do PT. A fama decorreu das discussões travadas em plenário, das críticas aos costumes políticos e aos ataques contra o julgamento diferenciado de réus ricos ou poderosos. Mas seus críticos apontam um lado diverso da moeda: ele não teria transformado as bandeiras defendidas publicamente em políticas públicas. Barbosa vai renunciar aos cargos de presidente e ministro do STF quatro meses antes do fim de seu mandato de chefe do Judiciário. Ele afasta-se em meio a um clima de isolamento no tribunal, cuja derrota na última quarta-feira foi o ponto final. Naquele dia, o plenário derrubou decisões de Barbosa e liberou condenados no processo do mensalão para o trabalho fora do presídio.
Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, Agência Estado e politicalivre
Leia Mais... | comentários

Justiça manda INSS pagar benefício para mulher agredida por marido

domingo, 29 de junho de 2014


Vítima precisou se afastar do trabalho, e, para
 juiz, lei não diz quem é responsável pelo
 pagamento

Afastada do trabalho após ter sido agredida pelo marido, uma telefonista de 35 anos ganhou na Justiça o direito de receber salário pelo período de três meses do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Juiz entendeu que, por a Lei Maria da Penha não determinar quem seria o responsável pelo afastamento, o instituto deveria arcar com o salário da vítima, segundo informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A sentença abre um precedente outros casos.
Após as agressões do marido, a mulher foi beneficiada com medidas protetivas. Ela precisou ser encaminhada para um abrigo, já que ela e a filha continuam a ser ameaçadas. Por causa disso, precisou ausentar-se também do trabalho. Ela requereu ainda a complementação de medidas protetivas para garantir o vínculo empregatício, prevista na Lei Maria da Penha.
O benefício mensal ainda poderá ser prorrogado para seis meses, conforme a decisão do juiz Nilseu Buarque de Lima, da 14ª Vara Criminal de Belo Horizonte. O magistrado considerou que a norma a ser aplicada seria semelhante a de casos decorrentes de acidente de trabalho.
Precedente
O INSS informou que aguarda a notificação do Tribunal de Justiça para estudar qual o procedimento será adotado. “Existe, sim, a possibilidade de acionamento na Justiça. Porém, cada caso concreto é analisado separadamente”, disse o instituto. A Advocacia-Geral da União (AGU) é o órgão legal para o juízo de ações regressivas e ressarcimento de despesas da Previdência Social.
Após a notificação, o INSS irá começar pagar a pagar o salário e em seguida poderá entrar com uma ação contra o marido exigindo o ressarcimento. “O INSS vai pagar porque a mulher é beneficiária, mas quem deve é o marido. Por isso o órgão deve entrar com ação”, explica o presidente da Comissão de Previdência Social do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), Wagner Balera.
“Se o homem for aposentado, o INSS paga à vítima e, depois de ter ganho ação, deduz dos benefícios dele, numa proporção de até 30% do que ganha. Caso ele não seja aposentado, o órgão deve obter do juiz a condenação do valor total ou parcelado a ser pago. Ou então ter os bens penhorados”, disse Balera, que vê aberto um precedente para ações semelhantes. “Não conheço outros casos como este. Essa sentença abre a possibilidade de outras mulheres entrarem com processo”, prevê.
Empregador
Segundo o juiz Nilseu Buarque de Lima, a controvérsia está na responsabilidade pelo ônus do afastamento, “haja vista que a lei é silente quando à forma e o responsável pela remuneração da mulher, vítima de violência familiar, durante o afastamento do local de trabalho”, concluiu o magistrado.
Por fim, o juiz isentou o empregador dessa responsabilidade e entendeu que a mulher não poderia ser incluída em programas assistenciais do governo, porque eles não pagam o valor do salário mínimo em vigor e, com isso, o INSS deve incluir a mulher no regime geral de previdência social.
O agressor não foi localizado para ser intimado das medidas protetivas nas quais deveria manter distância da mulher e de seus familiares, ficar proibido de manter contato por qualquer meio de comunicação e de frequentar determinados lugares para preservar a integridade física e psicológica da telefonista.

Fonte: O Dia e verdade gospel
Leia Mais... | comentários

Mensalão: agora cabe a Barroso manter império da lei com saída de Barbosa

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Alvo de intimidações, Joaquim Barbosa não é mais
o relator do processo, tarefa que
agora cabe ao ministro Luís Roberto Barroso
Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento que levou para a cadeia os mensaleiros, o presidente da corte e relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, tornou-se alvo de uma perseguição implacável. Orquestrada pelos seguidores dos condenados no maior escândalo de corrupção da história, a ação começou com insultos variados da militância petista escondida atrás de perfis apócrifos na internet.
Com o tempo, as grosserias virtuais evoluíram para ataques racistas, desacatos públicos e até ameaças de morte contra o magistrado. As agressões tinham o objetivo cristalino de deslegitimar as decisões do ministro responsável pela execução das penas e pressioná-lo a conceder aos condenados o benefício de trabalhar fora da prisão.
Depois de ser afrontado publicamente pelo advogado Luiz Fernando Pacheco, Joaquim Barbosa renunciou à relatoria do caso – uma decisão, segundo ele, tomada porque as partes “deixaram de se valer de argumentos jurídicos destinados a produzir efeitos nos autos e passaram a atuar politicamente na esfera pública através de manifestos e até mesmo partindo para os insultos pessoais”. Uma advertência de que algo não vai bem na instituição.

Fonte: Veja e Verdade Gospel
Leia Mais... | comentários

Pedras importadas para o Templo de Salomão têm imunidade tributária

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Pedras importadas para o Templo de
 Salomão têm imunidade tributária
A Justiça brasileira entende que por serem parte de um templo religioso o material, vindo de Israel, não deve ser taxado de impostos por importação

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, entendeu que as pedras importadas para a construção do Templo de Salomão não devem ser taxadas de impostos.

O megatemplo que está sendo construído na capital paulista recebeu 39.009,37 m² de pedra cantaria, material considerado “sagrado” vindo da cidade de Hebron, em Israel.
As pedras chegaram pelo porto de Santos e a alfândega não pode taxar a mercadoria. Segundo o desembargador federal André Nabarrete, relator do acórdão, não é possível taxar o material por ele ser usado para a construção de um templo religioso.

O magistrado se valeu do artigo 5º da Constituição da isenção tributária dos templos para decretar que é “é incontroverso que a importação de material para a construção do próprio templo religioso é imune à incidência dos impostos sobre a importação e produtos industrializados, na medida em que irá se incorporar ao patrimônio da impetrante e, assim, se subsume perfeitamente na regra constitucional imunizante”.

A grandiosidade do Templo de Salomão também foi citada na decisão que declarou a construção como tendo “proporções épicas”. A mega igreja terá 70 mil m² “em um terreno correspondente a um quarteirão inteiro” como citou o desembargador.

“A construção é mesmo grandiosa e que as rochas trazidas de Israel a ela se destinam e têm papel de destaque em sua finalidade religiosa e na concepção arquitetônica”, escreveu Nabarrete.

O acórdão que isentou o material importado de Israel do Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) passou também pela 3ª Turma do TRF-3 e a decisão foi a mesma: a IURD tem imunidade tributária.

Essa decisão foi dada pelo desembargador federal Márcio Moraes, relator do acórdão, que entendeu que “os materiais de construção em comento dizem, frontalmente, com a atividade-fim da entidade religiosa, tendo em conta o simbolismo delas para seus fiéis, insusceptível de alterações, nos moldes constitucionais, quer pela autoridade fiscal, quer pelo julgador”. Com informações Conjur


Fonte: Gospel Prime
Leia Mais... | comentários

Revista terá que indenizar Gilmar Mendes em R$ 180 mil

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Ministro do Supremo afirma que foi tachado de contraventor pela "Carta Capital"







Ministro do STF, o mato-grossense Gilmar Mendes processou a revista "Carta Capital"
Nelson Júnior/STF
A Justiça do Distrito Federal condenou a Editora Confiança, que publica a revista Carta Capital, bem como os jornalistas Leandro Fortes e Mino Carta, a pagarem R$ 180 mil de indenização por danos morais ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O motivo da condenação é a publicação de três textos consideradas ofensivas à honra do ministro.

Segundo o site Consultor Jurídico, os advogados de defesa de Gilmar Mendes ingressaram com ação alegando que a revista, em cinco ocasiões, publicou textos que depreciavam sua imagem.

O ministro afirma que foi tachado de contraventor e réu sem justa causa, e que, além disso, teve sua imagem ligada a comportamentos nunca adotados.

Em sua defesa, a revista e os jornalistas contestaram as acusações, sustentando que apenas abordaram de modo crítico temas de interesse público. Também alegou que houve apenas o exercício da liberdade de imprensa.

O juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível de Brasília, observou que o STF firmou entendimento de que o interesse à informação se sobrepõe a outros direitos constitucionalmente protegidos, sendo a imprensa responsável pelas publicações avaliadas como de interesse geral.

O juiz destacou, ainda, que as reportagens devem atender aos princípios éticos da profissão, como ser fiel à informação e dar oportunidade aos envolvidos de esclarecer os fatos.

Entretanto, para o magistrado, a revista Carta Capital e seus repórteres não seguiram esses princípios em três ocasiões.

Por essas reportagens, o juiz condenou a Editora Confiança e o jornalista Leandro Fortes a pagar R$ 120 mil — R$ 60 mil por cada notícia — como compensação por danos morais. Cabe recurso da sentença.

Confira a íntegra da reportagem do Consultor Jurídico ou clique AQUI.

Carta Capital é condenada em R$ 180 mil por ofender ministro Gilmar Mendes

POR TADEU ROVER

A Justiça do Distrito Federal condenou a Editora Confiança, reponsável pela publicação da revista Carta Capital, e os jornalistas Leandro Fortes e Mino Carta, a pagarem R$ 180 mil de indenização por danos morais ao ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, devido à publicação de três textos considerados ofensivos à honra do ministro. Cabe recurso da sentença.

Representado pelos advogados Alexandre Fidalgo e Michael Gleidson Araujo Cunha, do EGSF Advogados, Gilmar Mendes ingressou com ação alegando que a revista Carta Capital, em cinco ocasiões, publicou textos que depreciavam sua imagem. O ministro afirma que foi taxado como contraventor e réu sem justa causa, e que, além disso, teve sua imagem ligada a comportamentos nunca adotados.
"O autor [Gilmar Mendes], na verdade, foi ‘acusado, julgado e condenado’ pelas matérias e viu sua imagem pública manchada pela pecha de beneficiário de uma suposta organização criminosa"


Em sua defesa, a revista e os jornalistas contestaram as acusações sustentando que apenas abordaram de modo crítico temas de interesse público, sendo as reportagens fundadas em documentos verdadeiros e um processo judicial de interesse geral. Também alegou que houve apenas o exercício da liberdade de imprensa.

Ao analisar o pedido, o juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível de Brasília, lembrou que o Supremo Tribunal Federal já firmou entendimento de que o interesse à informação se sobrepõe a outros direitos constitucionalmente protegidos, sendo a imprensa responsável pelas publicações avaliadas como de interesse geral. O juiz observou as reportagens devem atender aos princípios éticos da profissão, como ser fiel à informação e dar oportunidade aos envolvidos de esclarecer os fatos.

Entretanto, para o juiz, a revista Carta Capital e seus repórteres não seguiram esses princípios em três ocasiões. Ao analisar as reportagens que deram cabo à ação judicial, o juiz concluiu que a menção ao ministro não se deu em estrito animus narrandi — quando há intenção de contar o que testemunhou ou ouviu sobre alguém. Essas notícias foram publicadas em agosto de 2012.

O juiz afirma que a análise do material produzido pela revista afasta a alegada ausência de lesão à imagem do ministro. “Ao sentenciar logo de início ‘Juiz? Não, réu’, o aludido caráter peremptório do trabalho jornalístico se sobressai, não sendo plausíveis quaisquer considerações acerca do suposto sentido que a matéria teria pretendido atribuir à palavra réu”, complementa.

Hilmar Filho explica que réu é a pessoa julgada por crime, processada em ação civil, autora de delito.

Ao continuar a análise, o juiz afirma que o jornalista focou no nome do ministro Gilmar Mendes, apesar de outros diversos nomes terem sidos citados como beneficiados de um suposto esquema de pagamentos. O juiz aponta que em uma reportagem de sete páginas, apenas cinco parágrafos fazem referência a Gilmar Mendes.

Além disso, Hilmar Filho aponta que na época da publicação já havia informações disponíveis contradizendo o relatório utilizado pela Carta Capital na reportagem. Porém, em nenhum momento a notícia citou essas informações.

“A questão da autenticidade ou inautenticidade do documento, da mesma forma que a veracidade das informações contidas, não é crucial à solução da lide. A atribuição de elucidar tais questões pertence ao Juízo Criminal competente, no caso. Neste momento, o que examina é a conduta do veículo de comunicação que deve, como destacado alhures, informar de modo crítico ou não todas as nuances dos fatos abordados, preservando o direito de manifestação de quem seja alvo das acusações”, explicou o juiz.

Na sentença, ele conclui que as reportagens deram ao relatório utilizado como fonte status de prova irrefutável, sem ouvir todos os envolvidos e quem foi alvo da acusação de se manifestar. “O autor [Gilmar Mendes], na verdade”, foi ‘acusado, julgado e condenado’ pelas matérias e viu sua imagem pública manchada pela pecha de beneficiário de uma suposta organização criminosa, sem que haja notícia até hoje de seu indiciamento ou denúncia criminal propriamente dita em seu desfavor, mostrando-se evidente a lesão de ordem moral como resultado da conduta imprópria dos réus”, concluiu.

Por essas reportagens, o juiz condenou a Editora Confiança e o jornalista Leandro Fortes a pagar R$ 120 mil — R$ 60 mil por cada notícia — como compensação por danos morais.

Editorial

O juiz também considerou que houve ofensa em um editorial publicado pela revista Carta Capital em junho de 2012. Ao analisar o texto, Hilmar Castelo Branco Raposo Filho entendeu que a revista tomou o lugar do Judiciário e sentenciou o ministro como contraventor, sem sequer ouvi-lo.

“Indiferente à necessidade de ponderar às várias fontes de informações disponíveis, alheio à recomendada oitiva da pessoa que acusa e desprovido até mesmo de algum espírito sarcástico ou irônico tão típico da atividade, o aturo da matéria tomou o lugar do poder competente e pôs, sem tergiversar, o autor [Gilmar Mendes] na posição de contraventor”, registrou o juiz na sentença.

Segundo Hilmar Filho, não é uma simples crítica atribuir a quem quer que seja a condição de contraventor. “Contravenção é delito, figura típica prevista em Lei de caráter penal que só se considera configurada após o devido processo legal no qual se assegurem contraditório e ampla defesa. Como então admitir que, sem quaisquer outras considerações, os réus levem a seu grande público uma afirmação de tal ordem?'”, questionou na sentença, concluindo como patente a violação da imagem do ministro.

Pelo editorial, juiz sentenciou a Editora Confiança e o diretor de redação Mino Carta a pagar R$ 60 mil à Gilmar Mendes, para compensar os danos morais.

Clique AQUI para ler a sentença.

Fonte: midianews

Leia Mais... | comentários

STJ recebe primeiro pedido de habeas corpus em lençol

quinta-feira, 22 de maio de 2014


O habeas corpus é uma garantia ao direito à liberdade. Sempre é ensinado nas faculdades de Direito que esse remédio jurídico, que tem por finalidade sanar o sofrimento de alguém que se acha ameaçado de sofrer violência ou coação de sua liberdade de locomoção, pode ser impetrado por qualquer pessoa, sem a necessidade da presença de um advogado ou defensor, e nem precisa ser apresentado em folha específica, e pode, inclusive ser escrito à mão. Essa quase lenda ensinada nas faculdades se concretizou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quarta-feira (21), quando a Corte recebeu sem primeiro habeas corpus escrito em um lençol. O STJ recebeu dois pedidos, redigidos pelo próprio preso.“Eminências, escrevi esses HC em parte do lençol que durmo, representando minha carne rasgada e tantos sofrimentos”, afirma o preso. “Se há direito nessa minha petição e que acabe essa angústia” (sic), completa. Os pedidos foram digitalizados e passaram a tramitar como qualquer outro processo. O lençol foi levado pela ouvidoria da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE), que o entregou à ouvidoria do STJ no Encontro Nacional de Ouvidorias, realizado na última segunda-feira (19). O réu afirma ser vítima de perseguição, por impetrar habeas corpus em favor de outros presos. A perseguição seria do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE), que teria deixado de intimá-lo pessoalmente para o julgamento da apelação, para que não fosse cumprida ordem de soltura emitida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além do mais, afirma não haver motivos para prosseguir preso provisoriamente, e que deveria recorrer em liberdade. O réu foi condenado por roubo qualificado, e está encarcerado há mais cinco anos. Os processos foram distribuídos por prevenção e serão julgados pela Sexta Turma. 

Fonte: Bahia Notícias
Leia Mais... | comentários

Justiça julga improcedente processo de bispo da Igreja Mundial contra a revista IstoÉ

O bispo Josivaldo Batista de Souza, da Igreja Mundial do Poder de Deus, teve sua ação contra a revista IstoÉ julgada como improcedente pela 26ª Vara Cível de São Paulo.
A Justiça entendeu que o pedido de indenização de R$ 500 mil que o pastor pretendia receber da IstoÉ não tinha fundamento. Souza foi citado por uma reportagem da revista como gerente financeiro da Mundial, que atravessa um momento de contenção de gastos.
O texto da reportagem lista motivos que teriam levado a denominação fundada pelo apóstolo Valdemiro Santiago à crise financeira, incluindo as ações de uma “quadrilha de pastores ladrões, dívidas milionárias com canais de TV, administração amadora e investimentos equivocados na construção de templos”, segundo informações do Portal Imprensa.
A IstoÉ ainda se refere a um grupo de pastores que mantinham proximidade com Souza e que agiriam “como lobos em pele de cordeiro”.
Como consequência da reportagem, Valdemiro Santiago decidiu transferir o pastor para Lisboa, deixando-o responsável por administrar as filiais da Mundial em Portugal. Nesse contexto, Souza entendeu que sua honra havia sido atingida, e moveu a ação com pedido de indenização.
O magistrado Rodrigo Nogueira chegou à conclusão que a revista não rompeu os limites do direito de informação e da liberdade de imprensa, e que a IstoÉ não demonstrou ter intenção de ferir a honra e/ou a imagem das pessoas mencionadas na reportagem.
Fonte: Gospel+
Leia Mais... | comentários

PT usou recurso público para pagar advogados de mensaleiros

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Prestação de contas mostra repasses de R$ 40 mil
por mês para advogados que defenderam
Genoino e Rosemary Noronha
Advogados que representaram José Genoino durante o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal e a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, foram pagos com dinheiro público usado pelos diretórios nacionais do PT e do PR. Segundo documentos de prestações de contas dos dois partidos com dados de 2012 e 2013 entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há repasses de até 40.000 reais por mês para escritórios de advocacia. O dinheiro é fruto do Fundo Partidário, ou seja, é recurso público.

Dos três escritórios pagos pelo PT com recursos de origem pública no período analisado, dois disseram trabalhar de graça e um “a preços módicos” para os envolvidos nos processos. Questionados, todos atribuíram os pagamentos a serviços prestados exclusivamente ao partido.

No processo do PR, referente ao exercício de 2013, constam três notas fiscais de 42.000 reais cada, do escritório do criminalista Marcelo Luiz Ávila de Bessa – que defendeu o ex-presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e o ex-deputado Carlos Alberto Rodrigues, o Bispo Rodrigues, no julgamento do mensalão.

Consultado, o partido admitiu que o dinheiro do Fundo Partidário foi usado para bancar as defesas de Costa Neto e Bispo Rodrigues. Os dois estão presos em Brasília após serem condenados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O julgamento do mensalão teve início em agosto de 2012 e foi encerrado em dezembro do mesmo ano no Supremo Tribunal Federal. Por causa dos recursos (embargos) apresentados pelas defesas, as sentenças finais só foram declaradas em março deste ano.

O PR afirma que contratou a banca para cuidar dos processos criminais de seus parlamentares e dos integrantes da Executiva Nacional. O pacote também inclui as defesas de filiados acusados de envolvimento com a Máfia dos Sanguessugas – esquema descoberto em 2006 pela Polícia Federal que desviava recursos federais para a compra de ambulâncias.

Repasses para pagar honorários foram feitos por meio de cheques da presidência do partido, descontados da conta usada para movimentar a verba do Fundo Partidário. A Lei dos Partidos Políticos, que disciplina a aplicação dos recursos, não prevê a cobertura de gastos de natureza privada.

‘Cortesia’


O ministro Marco Aurélio Mello, presidente do TSE, vê uma "distorção flagrante" no uso do Fundo Partidário para bancar a defesa de filiados acusados de corrupção
Para o ministro Marco Aurélio Mello, presidente do
 TSE, há uma
“distorção flagrante” no uso do Fundo Partidário
O PT pagou em 2012 e 2013 ao menos 485.000 reais ao escritório Fregni – Lopes da Cruz por honorários de ações cíveis, conforme demonstram quinze notas fiscais apresentadas ao TSE. Em Brasília, a equipe de advogados defende o ex-presidente do partido, José Genoino, em processos no quais ele é acusado de improbidade administrativa. As ações movidas pelo Ministério Público são um desdobramento na esfera cível do caso do mensalão.

Na esfera criminal, Genoino foi condenado por corrupção ativa no julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal. Ali, foi representado por outra banca. No último dia 30, ele foi levado para a prisão, em Brasília, por ordem do presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa.

A advogada Gabriela Fregni nega que repasses do partido cubram a defesa de Genoino. Ela afirma que o escritório tem uma relação antiga com o petista, que anos atrás pagou “honorários módicos” por trabalhos da equipe. Hoje, explica, não há contrato regulamentando outros pagamentos, tampouco débitos pendentes. “Quando essas ações (de improbidade) iniciaram, a gente passou a cuidar disso por uma cortesia que a gente tinha com ele”, afirmou.

Em 2013, o diretório nacional petista pagou ainda 75.000 reais ao escritório de Márcio Luiz Silva, advogado de Brasília que atuou nas defesas dos ex-deputados Professor Luizinho e Paulo Rocha, absolvidos pelo STF das acusações de lavagem de dinheiro no julgamento do mensalão.

O advogado disse que trabalhou para os dois políticos de graça. “Fiz isso em caráter de amizade, não teve cobrança”, sustenta. Embora mantenha procuração nos autos do processo, Silva afirma que, na prática, atuou apenas até as alegações iniciais do julgamento, passando o bastão para criminalistas depois.

Em junho de 2013, ele firmou com o PT contrato no valor de 180.000 reais, valor a ser pago em doze parcelas de 15.000 reais cada. O documento prevê serviços de assessoria e consultoria nas áreas de “direito eleitoral, constitucional e político-institucional”. “Faço representação institucional do partido no TSE”, afirmou.

Luiz Bueno de Aguiar, advogado próximo de petistas influentes, atuou para a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo Rosemary Noronha logo após a Polícia Federal deflagrar, no fim de 2012, a Operação Porto Seguro. Aguiar recebeu ao menos 809.000 reais da legenda nos últimos dois anos de recursos originários do Fundo Partidário. Ele afirma que tem contrato antigo para cuidar de causas cíveis do PT.

O inquérito da Operação Porto Seguro apontou participação da ex-funcionária num esquema de venda de “facilidades” na administração pública. Rosemary foi denunciada pelo Ministério Público Federal e responde a ação penal por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva. Conforme consta no TSE, a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo é filiada ao PT desde 1989.

Questionado, Aguiar disse que atuou para Rosemary num primeiro momento, acompanhando-a em audiências na PF, também a custo zero. “Há emergências que você atende, a clientes antigos, que não cobra”, afirmou o advogado.

Distorção

O ministro Marco Aurélio Mello, presidente do TSE, vê uma “distorção flagrante” no uso do Fundo Partidário para bancar a defesa de filiados acusados de corrupção. Ele explica que a Lei dos Partidos Políticos, que disciplina a aplicação dos recursos, visa dar condições para que as legendas mantenham suas atividades por meio dos repasses, e não prevê a cobertura de gastos de natureza privada. “Nos diversos incisos, não há nenhum que, interpretado, viabilize a destinação para pagamento de honorários em processos-crime de filiados. A situação aí é pessoal”, afirma.

Para o ministro, a situação se assemelha a casos em que os partidos compram bebida alcoólica e bancam festas com recursos do fundo, apresentando os comprovantes à Justiça Eleitoral. O TSE, em decisões recentes, considerou essas despesas irregulares. “Daqui a pouco vão estar mantendo casas de dirigentes com esses recursos (do Fundo Partidário)”, disse Mello.

Alimentado com recursos do Orçamento da União e de multas, o Fundo Partidário arrecadou 360 milhões de reais em 2013. De acordo com a Lei dos Partidos Políticos, o dinheiro só pode ser gasto na manutenção das sedes e de serviços dos partidos; na propaganda política; no alistamento e nas campanhas eleitorais, além da manutenção de institutos ou fundações de pesquisa.



Fonte: Veja e Verdade Gospel
Leia Mais... | comentários

Prazo para tirar título de eleitor pela primeira vez termina nesta quarta

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O prazo para tirar o título de eleitor pela primeira vez ou pedir a transferência do documento para outro domicílio eleitoral se encerra nesta quarta-feira (7). Termina no mesmo dia o prazo para pessoas com deficiência solicitarem transferência para seções adaptadas e para o recadastramento biométrico, nas cidades onde os eleitores foram convocados pela Justiça Eleitoral. Para quem vai tirar o título pela primeira vez, é necessário levar documento oficial com foto, comprovante de residência e certificado de quitação do serviço militar, no caso dos homens maiores de 18 anos. No caso de transferência de domicílio, o eleitor deve apresentar documento oficial de identificação com foto, o título de eleitor e um comprovante de residência. Algumas regras devem ser observadas, como ausência de pendências com a Justiça Eleitoral, morar no endereço atual há mais de três meses, além de ter tirado o primeiro título ou ter feito a última transferência do documento há pelo menos um ano.
Fonte: Bahia Notícias

Leia Mais... | comentários

Ministra do STF determina CPI exclusiva para investigar Petrobras

sexta-feira, 25 de abril de 2014

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a manobra governista e determinou a instalação de uma CPI no Senado para investigar exclusivamente fraudes nos negócios da Petrobras, como queria a oposição. A decisão foi tomada em caráter liminar (provisório), até que o plenário da Corte julgue o mérito da questão. A ministra ordenou a instalação da CPI “não com o objeto alargado do requerimento 303, de 2014 [da base governista], e sim com o objeto restrito proposto no requerimento 302, de 2014”. A decisão foi divulgada às 22h desda terça-feira (23), sem a íntegra do texto da ministra.

A liminar foi dada no julgamento de duas ações ajuizadas por parlamentares da base governista e da oposição. O primeiro grupo queria uma CPI ampla, em que fossem apuradas denúncias de irregularidades na Petrobras junto com assuntos relacionados ao cartel do Metrô de São Paulo e a irregularidades na refinaria Abreu e Lima e no Porto de Suape, em Pernambuco. A oposição estava interessada em uma comissão criada exclusivamente para investigar fraudes em negócios da Petrobras.

Segundo a oposição, uma comissão abrangente seria uma forma de colocar na berlinda os pré-candidatos à Presidência da República Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE). Antes do feriado, parlamentares da oposição foram recebidos em audiência por Rosa Weber, quando argumentaram a favor da investigação exclusiva da Petrobras. A ministra havia prometido a eles uma decisão logo após o feriado da Semana Santa.

A oposição queria a comissão para investigar apenas questões relativas a irregularidades na Petrobras, com o argumento de que a Constituição Federal estabelece que uma CPI tenha “fato determinado”. Na ação, a oposição alegou que uma comissão ampliada feria o direito da minoria. No Senado, o presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), já tinha defendido a instalação de uma CPI ampla.

No documento enviado ao STF, três advogados argumentaram que a CPI maior atenderia aos interesses de todos, porque investigaria temas defendidos pela minoria e pela maioria no Congresso.

Fonte: O Globo e Verdade Gospel
Leia Mais... | comentários

EUA mantêm ordem de prisão contra Maluf

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Foto: Reprodução
Paulo Maluf (PP/SP) sofreu novo revés, desta vez na Suprema Corte de Nova York (EUA), que rejeitou outro pedido do deputado brasileiro de anulação do processo pelo qual foi decretada a prisão dele e de um de seus filhos, o empresário Flávio Maluf. Na ação, a promotoria norte-americana acusa Paulo e Flávio Maluf de manterem em uma conta bancária US$ 11 milhões supostamente desviados dos cofres públicos municipais de São Paulo. Maluf foi prefeito da capital paulista entre 1993 e 1996. O dinheiro depositado nos EUA, segundo a acusação, seria apenas uma parte de montante relativo a fraudes em obras viárias de grande porte por ele contratadas em sua gestão, como a construção da Avenida Água Espraiada, na zona Sul da cidade. Maluf nega a prática de malfeitos.

Fonte: Bahia Notícias
Leia Mais... | comentários

Ministro Dias Toffoli é eleito para ocupar a Presidência do TSE

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu, na sessão administrativa desta terça-feira (8), por 6 votos a 1, o ministro Dias Toffoli para ocupar o cargo de presidente da Corte a partir do dia 14 de maio. Ele sucederá o atual presidente, ministro Marco Aurélio. O ministro Gilmar Mendes foi eleito, na mesma sessão, vice-presidente do Tribunal na futura gestão. 

Depois da votação, realizada em urna eletrônica, o ministro Marco Aurélio cumprimentou os magistrados pela eleição e informou a data da posse dos eleitos, que ocorrerá no dia 13 de maio, no plenário da Corte. O presidente do TSE encerra seu segundo biênio como ministro efetivo da Corte Eleitoral no dia 14 de maio de 2014.  “Para mim, a data de 13 de maio é muito simbólica, pois deixarei de servir a dois senhores [no caso, ao Supremo Tribunal Federal e ao TSE, permanecendo no cargo de ministro do Supremo]”, disse o ministro Marco Aurélio.
Por sua vez, o ministro Dias Toffoli agradeceu os votos dos “nobres colegas”. “Registro a minha alegria e a minha honra em receber a Corte e a Presidência do Tribunal das mãos de Vossa Excelência [ministro Marco Aurélio], a quem aprendi a admirar, principalmente na atuação junto a este Tribunal. Será uma grande alegria sucedê-lo”, enfatizou.

Após a eleição, o ministro Dias Toffoli falou a jornalistas sobre a expectativa de assumir a Presidência do TSE em ano eleitoral. Ele afirmou que dará continuidade ao “trabalho que é feito pelo Tribunal Superior Eleitoral e toda a Justiça Eleitoral a cada dois anos com as eleições, garantindo esse sucesso que é a Justiça Eleitoral brasileira, com a credibilidade e com a segurança de que o voto dado é o voto contabilizado”.

Dias Toffoli comentou ainda sobre a importância da biometria para a segurança do processo de votação. “Isso [biometria] é um projeto que se incrementa agora nestas eleições gerais. E estamos nesse processo para futuramente chegarmos a 100% das eleições brasileiras com a identificação biométrica, o que dará a maior garantia de que o eleitor que comparece é aquele cadastrado”, ressaltou o ministro eleito.

O ministro Dias Toffoli tomou posse como vice-presidente do TSE em 19 de novembro de 2013 e como ministro efetivo do Tribunal em 29 de maio de 2012. O Supremo Tribunal Federal (STF) o elegeu, no dia 10 de maio daquele ano, para integrar a Corte Eleitoral como membro titular, na vaga aberta com o pedido de exoneração do ministro Ricardo Lewandowski. Toffoli atuou como ministro substituto no TSE, em uma das vagas destinadas a membros do STF, de dezembro de 2009 a maio de 2012. 

Perfil

Nascido em Marília (SP), o ministro Dias Toffoli formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 1990. Fez especialização em Direito Eleitoral e lecionou por dez anos a disciplina de Direito Constitucional e de Família. Ele assumiu a Advocacia-Geral da União (AGU) no dia 12 de março de 2007, após ter atuado na subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil de 2003 a 2005.

Dias Toffoli tomou posse no STF no dia 23 de outubro de 2009, por nomeação do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na vaga decorrente do falecimento do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

Composição do TSE
O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros. Essa composição é dividida entre três ministros do STF – um dos quais será o presidente da Corte –, dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – um dos quais será o corregedor-geral da Justiça Eleitoral – e dois juristas representantes da classe dos advogados, nomeados pelo presidente da República.

EM, LC, RC/DB
Fonte: tse
Leia Mais... | comentários

Juíza quer que Governo do Estado pague meio milhão em perícia para avaliar a Telexfree

sexta-feira, 21 de março de 2014

O líder do PSDB na casa, Wherles Rocha, disse temer que em caso de comprovação de idoneidade da empresa haja, no futuro, várias ações contra o Estado.
A decisão judicial tomada pela juíza Thais Kallil, de que o Estado deve arcar com os custos judiciais de meio milhão de reais de uma pericia judicial para avaliar a empresa Telexfree, causou polêmica na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã de quinta-feira (20).
O vice-presidente da Aleac, deputado Moisés Diniz (PCdoB) chegou a afirmar que não existe condições de usar o dinheiro publico para realizar tal ato.
Para ele o Estado não tem condições de arcar com tal despesa. “A juíza determinou o governo depositar R$ 500 mil reais para a realização da perícia, consideramos isto um absurdo. Acho que a juíza devia requerer o relatório da perícia da Receita Federal e basear sua decisão neste laudo”, diz.
Para Moisés, o dinheiro público não poderá ser usado para realizar a perícia, pois o Acre enfrenta um momento de dificuldades e deve usar o dinheiro em outras ações consideradas prioritárias.
O vice-presidente do parlamento estadual chegou a sugerir que a Procuradoria Geral do Estado recorra da decisão judicial tomada pela magistrada.
Diniz não foi o único deputado a protestar. Jamyl Asfury (PEN) afirmou que algumas decisões judiciais têm passado do limite da coerência. O líder do PSDB na casa, Wherles Rocha, disse temer que em caso de comprovação de idoneidade da empresa haja, no futuro, várias ações contra o Estado.
Gina Menezes, Da Agência ContilNet 
Leia Mais... | comentários

Joaquim Barbosa acusa Ricardo Noblat de racismo

Jornalista pode ser condenado até 10 anos de prisão
O jornalista Ricardo Noblat, do jornal O Globo, responderá a um processo aberto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, pelos crimes de injurio, difamação e racismo. Barbosa apresentou a denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), e sustentou que Noblat atacou sua honra e praticou racismo em um texto publicado em seu blog e no jornal O Globo, em agosto do ano passado. O texto diz que Barbosa não teria sido escolhido para compor o quadro de ministros do STF somente pelos seus conhecimentos jurídicos. Um dos fatores teria sido “a sua cor”. "Há negros que padecem do complexo de inferioridade. Outros assumem uma postura radicalmente oposta para enfrentar a discriminação", diz trecho do texto. A matéria foi publicada quatro dia depois do presidente do STF discutir com o Ricardo Lewandowski, durante o julgamento de recursos do processo do mensalão. O MPF encaminhou a denúncia criminal para a Justiça Federal do Rio de Janeiro nesta última quarta-feira (19). O MPF requer que Noblat seja condenado por crimes contra a honra do ministro e pelo delito racial. Somadas, as penas podem chegar a 10 anos e 4 meses de prisão.

Fonte: Bahia Notícias
Leia Mais... | comentários
 
© Copyright Rede Mais Gospel 2011 - Some rights reserved | Powered by Blogger.com.
Template Design by Herdiansyah Hamzah | Published by Borneo Templates and Theme4all